Luiz Francisco desbrava a Califa – Confira o vídeo!

Vídeo e entrevista com um dos maiores talentos do bowl/park brasileiro, em sua 1ª viagem a Califa. Após destruir nas disputas de park/bowl desse ano ele ainda competirá no street do Tampa AM 2017.
Após finalizar com um excelente 2º lugar na final Americana no Vans Park Series Continentals, que rolou em Huntington Beach, o brasileiro Luiz Francisco Mariano, 17 anos, aproveitou a oportunidade da sua primeira viagem a Califa para esticar por mais uns dias, desbravar os principais picos do berço do skate mundial e registrar imagens para esse vídeo exclusivo.

Uma das grandes promessas do skate brasileiro na modalidade Bowl e Park, Luizinho só acumula conquistas. Atual líder do Circuito Brasileiro de Park Amador, vencedor do Vans Park Series Continentals, em Serra Negra (SP), 2º lugar no Big Pool Day em Caçapava… só para citar algumas de suas recentes conquistas. Mas esse skatista não se limita apenas ao skate nas grandes transições, também tem um vasto histórico de conquistas no street e retorna as grandes competições da modalidade com sua ida para o Tampa AM, que rola entre os próximos dias 9 e 12 de novembro.

Aprecie abaixo a entrevista especial que o site da Redbull fez com Luizinho sobre esta viagem épica para a Califa, também falamos sobre Olimpíadas, sua mudança para São Paulo, como tem se preparado para as competições, o retorno as disputas de street e muito mais. Aprecie sem moderação:

Como foi fazer essa skate trip pela Califórnia e voltar para o Brasil com a experiência de um 2º no Vans Park Series?

Foi algo que nunca vou esquecer, minha primeira vez na Califórnia mudou bastante meu pensamento sobre o skate, nunca tinha competido em um campeonato deste porte.

Como foram as gravações para este vídeo? Você sentiu pressão de ter que produzir imagens no meio da correria desta viagem?

Foram difíceis. Senti um pouco na pressão, pois estava muito cansado e tinha que dar o máximo o tempo todo.

Como foi competir de igual para igual com skatistas de todo mundo e como eles te receberam? O que mudou após essa viagem para a Califa?

Mudou muito. Antes eu queria conhecê-los, hoje tenho uma grande amizade com muitos deles, e lá me receberam muito bem e me ajudaram muito também.

Antes do fim de 2017 você ainda irá competir no Tampa AM na Flórida. Está muito ansioso para essa disputa e qual a importância desta competição para você?

Estou ansioso demais, pois foi lá a primeira vez que fui para os Estados Unidos, só que na época não me deixaram competir, e agora receber o convite para competir de novo…, isso mostra o quanto evolui e não me esqueceram.

É tranquilo, por que é só mais uma sessão de skate com os amigos, nada muda, só o terreno.

Tenho me dedicado nesses últimos dois meses nas sessões de rua e pista de street.

Uma das grandes promessas do skate brasileiro na modalidade Bowl e Park, Luizinho só acumula conquistas. Atual líder do Circuito Brasileiro de Park Amador, vencedor do Vans Park Series Continentals, em Serra Negra (SP), 2º lugar no Big Pool Day em Caçapava… só para citar algumas de suas recentes conquistas. Mas esse skatista não se limita apenas ao skate nas grandes transições, também tem um vasto histórico de conquistas no street e retorna as grandes competições da modalidade com sua ida para o Tampa AM, que rola entre os próximos dias 9 e 12 de novembro.

Eu curto andar de skate, pode ser na rua, na pista, no bowl, mas tenho uma identificação com o bowl e o skatepark
Luiz Francisco

Aprecie abaixo a entrevista especial que fizemos com Luizinho sobre esta viagem épica para a Califa, também falamos sobre Olimpíadas, sua mudança para São Paulo, como tem se preparado para as competições, o retorno as disputas de street e muito mais. Aprecie sem moderação:

Como foi fazer essa skate trip pela Califórnia e voltar para o Brasil com a experiência de um 2º no Vans Park Series?

Foi algo que nunca vou esquecer, minha primeira vez na Califórnia mudou bastante meu pensamento sobre o skate, nunca tinha competido em um campeonato deste porte.

Como foram as gravações para este vídeo? Você sentiu pressão de ter que produzir imagens no meio da correria desta viagem?

Foram difíceis. Senti um pouco na pressão, pois estava muito cansado e tinha que dar o máximo o tempo todo.

Luiz Francisco vive o sonho do skate na Califa
Após a vitória no VPS em Serra Negra o jovem talento de Lorena realiza o sonho de competir na Califa com grandes nomes da modalidade, além de conhecer os principais picos do berço do skate.

Como foi competir de igual para igual com skatistas de todo mundo e como eles te receberam? O que mudou após essa viagem para a Califa?

Mudou muito. Antes eu queria conhecê-los, hoje tenho uma grande amizade com muitos deles, e lá me receberam muito bem e me ajudaram muito também.

Antes do fim de 2017 você ainda irá competir no Tampa AM na Flórida. Está muito ansioso para essa disputa e qual a importância desta competição para você?

Estou ansioso demais, pois foi lá a primeira vez que fui para os Estados Unidos, só que na época não me deixaram competir, e agora receber o convite para competir de novo…, isso mostra o quanto evolui e não me esqueceram.

Hoje sou uma pessoa muito diferente, tive que amadurecer, antes tinha meus pais pra tudo, hoje já sou mais independente

Esse importante campeonato que você vai participar em Tampa é de Street, então como você tem conciliado os treinos de Street e Bowl/Park?

É tranquilo, por que é só mais uma sessão de skate com os amigos, nada muda, só o terreno.

Tenho me dedicado nesses últimos dois meses nas sessões de rua e pista de street.

O nível do Tampa AM é muito alto mais estou preparado, até porque já tenho um caminho longo em competições de street, então me sinto tranquilo em eventos como esse.
da sua saída de Lorena para morar em São Paulo?

Hoje sou uma pessoa muito diferente, tive que amadurecer, antes tinha meus pais pra tudo, hoje já sou mais independente.

Como você enxerga a entrada do skate nas Olimpíadas de Tokyo 2020?

As pessoas vão aceitar mais o esporte. Hoje ainda tem um grande preconceito. Ainda dizem que o skate é coisa de “marginal”, acho que com as Olimpíadas pode acontecer muito mais coisas para o skate.

Você já está se preparando fisicamente e mentalmente para, quem sabe, ser um dos representantes brasileiros nos próximos Jogos Olímpicos?

Sim. Hoje faço funcional duas vezes por semana, onde tenho a ajuda do Marcão, do “movimento funcional”, faço fisioterapia com a ajuda do Vitor, do Espaço Mahnah, e também faço PNL (Programação neurolinguística) com a Aline, uma mulher que me ajuda muito. Só tenho que agradecer a todos.

E se você tivesse que escolher entre competir no Street ou no Park das Olimpíadas, qual modalidade você escolheria e por que?

O Park. Estou mais preparado para isso e tem sido a modalidade que tenho me destacando esse ano. Ganhei as três etapas do brasileiro desse ano e provavelmente vou me consagrar campeão brasileiro na modalidade esse ano!

Você tem alguma preferência de modalidade? O que curte mais do Street e do Bowl/Park?

Eu curto andar de skate, pode ser na rua, na pista, no bowl, mas tenho uma identificação com o bowl e o skatepark, que é onde a minha base de street me ajuda muito, principalmente em algumas manobras de borda

Quais os planos para 2018?

Ainda não temos planos concretos, mas quero passar mais um tempo na Califórnia, evoluir mais e adquirir mais experiência.

Agradecimentos finais?

São tantos… ao Vert in Roça com o Gui Barbosa Carlos Niggli e Gustavo Sorriso, a família Machado, Wagnão, Alessandra e Gabriel, o pessoal da Cave Pool, meus pais e familiares que me apoiaram desde o início, e ao Bruno da Resistence Shop, que foi como um pai para mim, me ajudou e me ajuda até hoje.

FONTE: REDBULL.COM.

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